No meio da multidão, nasceu um clarão, um sopro de vida no ar. Rostos tão diferentes, tão perto afinal, ardendo na mesma luz a brilhar. (oh)
Nem nome é preciso, nem voz pra explicar, há uma canção no silêncio do olhar.
O riso acende o céu, vence a escuridão, faz de quem era estranho abrigo e união. Cada eco, cada gesto, toda lágrima que cai, vira amor no reflexo dos olhos que se encontram em paz.
O mundo se encolhe quando a alegria vem, mil almas num só respirar. Os muros se desfazem, a dor já cede mais, e a esperança começa a brilhar.
Remenda as feridas, desfaz o pesar, desperta o que o peito tentou guardar.
O riso acende o céu, vence a escuridão, faz de quem era estranho abrigo e união. Cada eco, cada gesto, toda lágrima que cai, vira amor no reflexo dos olhos que se encontram em paz.
[Ponte] Solta a alma, deixa ir, como onda mansa a nos cobrir. Em cada riso, dá pra ver: tão iguais somos nós quando o amor vem florescer.
O riso acende o céu, vence a escuridão, faz de quem era estranho abrigo e união. (oh) Cada eco, cada gesto, toda lágrima que cai, vira amor no reflexo dos olhos que se encontram em paz.
Deixa soar, deixa subir, essa luz tão viva reluzir. Pois na doçura de um rir sem fim, o mundo se refaz de coração em coração.